Treinador de futebol é obrigado a pedir desculpas ao time após oração | Resgate Fm
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Mais um treinador de futebol americano está sendo vítima de perseguição religiosa nos Estados Unidos. Jeff Monken, professor do time da escola West Point, foi acusado de violar a Primeira Emenda dos Cadetes por orar com os alunos após um dos jogos, de acordo com o site de notícias CBN.

"Esta foi uma clara violação da Primeira Emenda", disse o presidente da Fundação Militar de Liberdade Religiosa, Mikey Weinstein, acrescentando que como um "profissional do Estado", o professor não tem o direito de apoiar qualquer religião específica.

"A liderança da escola me disse que ele vai pedir desculpas para a equipe", pontuou o presidente.

Em entrevista ao site Star Tribune, Weinstein disse que o treinador escolheu a hora, o lugar e a maneira errada de orar. "Ele não pode pedir para os alunos orarem com ele. Ele não pode pôr a mão neles e dizer: ‘Vamos orar’. Você não pode fazer isso, principalmente se você for um professor de uma escola pública", ressaltou.

O porta-voz da escola West Point, o tenente-coronel Christopher Kasher, disse em um comunicado que os funcionários participarão de uma investigação sobre a alegação.

As imagens que mostram Menken orando foram publicadas em rede social, mas já foram removidas. Antes de ter sido retirado, o vídeo havia recebido mais de 232 mil visualizações e 2 mil comentários.

Weinstein disse que depois que o vídeo foi publicado, ele foi "inundado" com telefonemas, textos e e-mails de 44 graduados de West Point, 40 membros da faculdade e seis jogadores de futebol. Ele disse que isso o levou a chamar o superintendente de West Point, o tenente-general Robert Caslen.

"Nós assumimos que não haverá um pedido de desculpas do treinador para a equipe", disse Weinstein. "Estamos assumindo que não existe qualquer admissão de que houve uma falha", comentou.

A perseguição só aumenta
Em dezembro do ano passado, o treinador de futebol Joseph Kennedy foi ordenado pela escola de Bremerton, no estado de Washington, a interromper sua prática de orar na linha de 50 jardas, depois de cada jogo. Por se recusar a parar de realizar as orações, Kennedy acabou sendo demitido.

No mês passado, o Instituto de Liberdade entrou com uma ação em nome de Kennedy contra o distrito escolar, alegando que seus direitos da Primeira Emenda foram violados quando ele foi demitido por se recusar a parar de orar na linha de 50 jardas depois de cada jogo.

FONTE: GUIAME

Postado Por Resgate Fm

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